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SALTO - MONTALEGRE - VILA REAL


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Salto é uma freguesia portuguesa, pertencente ao município de Montalegre, distrito de Vila Real.
Na freguesia de Salto sobressai sobretudo a Aldeia Tradicional em granito, que nos transporta para outra época longínqua, muitas das construções foram reconstruídas, ou estão em fase de reconstrução, mantém a traça original quase intacta, é puramente rural, mas com a vertente do turismo rural a ser implementado com o conceito da segunda casa de férias.


Fora da aldeia não muito distante, na estrada principal de acesso, existem alguns restaurantes, mas sobressai o Borda D'água, pela boa gastronomia, está quase sempre repleto, e o melhor é marcar. Prepare-se para pagar cerca de 15€ por pessoa, sem abusar muito da gastronomia, apenas com o básico. Faz lista de espera. A proprietária diz que não precisa de mais pessoal para servir, precisa é de menos clientes. Agora escolha.

    HISTÓRIA:

A freguesia de Salto é, quer em área, quer em população, a maior freguesia do concelho. Como espaço habitado e evangelizado, Salto é já referido no Paroquial Suévico como uma das trinta paróquias já existentes, no último terço do século VI e pertencentes à catedral de Braga. Ao longo da sua vida teve muitos momentos de glória, daí a riquíssima história desta freguesia. Enquanto os cruzados do norte da Europa atravessavam o Atlântico e o Mediterrâneo, para combater nos lugares santos, o povo portugalense trepava descalço os caminhos das suas peregrinações que atravessavam a freguesia.




De tal modo que D. Afonso Henriques autorizou e apoiou a construção da Albergaria de São Bento das Gavieiras, ao monge Benedito, em 1136.




Alguns nobres olharam com cobiça para esse território onde adquiriram casais ou mesmo povoações como Carvalho, Póvoa e Revoreda que eram do fidalgo-trovador D. João Soares Coelho e de suas irmãs. 


CURIOSIDADE

DIZ A LENDA QUE:



D. Pedro I, o tal que arrancou o coração pelo peito a Pero Coelho (bisneto do referido João Soares Coelho) e pelas costas a Álvaro Gonçalves por terem morto Inês de Castro, também cobiçou Salto. Por isso, depois de uma visita a Santa Senhorinha de Basto, de quem era devoto, cedeu-lhe fartos rendimentos da Igreja de Santa Maria de Salto.


O território da freguesia actual 78,6 km2 era ocupado também pela freguesia de Novaíças que incluía vários casais e herdades em diferentes povoações entre- tanto desaparecidas, Pontido, Curros de Mouro, Ulveira, Gulpilheiras, etc. Os grandes mosteiros do norte Refojos, Pombeiro e Bouro – todos levantavam daí grossas rendas. 


A história desta freguesia dava matéria para dez livros como este
. Aqui poderá visitar a antiga casa do Capitão, agora pólo do Ecomuseu de Barroso, onde encontrará uma apresentação dos ofícios tradicionais, do Pisão de Tabuadela e das Minas do Volframio da Borralha.

        GASTRONOMIA:
Fumeiro: - Chouriças de carne - Chouriças de sangue - Salpicão - Presunto - Orelheira e Ranhões
Filhoses: - de lêveda (que se consomem no Sábado Filhoeiro, ou de Entrudo) - de orelheira

PONTOS TURÍSTICOS:
Casa da Fonte (Corva); Sepulturas Antrmpomórficas (Seara) Igreja Velha e Arcas Tumulares (Salto); Monte da Maçã; Casas Diversas.
Lugares da Freguesia(20): Ameal, Amiar, Golas, Bagulhão, Beçós, Minas da Borralha, Caniçó, Carvalho, Cerdeira, Corva, Linharelhos, Lodeiro d’Arque, Paredes , Pereira, Pomar de Rainha, Póvoa, Reboreda,Salto, Seara e Tabuadela.

FONTE: https://www.cm-montalegre.pt


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4º ENCONTRO NAC. DE AUTOC/MERCADO À MODA ANTIGA






Certificado de participação do G.A.P.









Certif. de partic. da Confraria e CPF Port

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Espaço da Organização do GAP
Decorreu este fim de semana de 19 e 20 de Maio, em Oliveira de Azeméis, o 4º Encontro Nacional de Autocaravanas, integrado no Mercado à Moda Antiga, no centro Histórico da Cidade.
O GAP - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português, participou em simultâneo com o Encontro Nac de Autocaravanas, no complexo desportivo, também com a sua Confraria da Panela de Ferro, e a CPF Portugal (certificação Gstronómica) num recinto coberto, com a sua gastronomia.



O Mercado à Moda Antiga, está referenciado como um grande evento, dos melhores a nível nacional, promovido pela F.A.M.O.A, e Câmara Municipal de Olª de Azeméis, de enorme sucesso no panorama das festividades populares e tradicionais do nosso Portugal, no conceito "Recriações Históricas". 


Ao nível da região das terras de Santa Maria, como a Viagem Medieval em Santa Maria da Feira, e a Recriação Histórica da vida Monástica do Mosteiro de Arouca, e as invasões Francesas. TUDO TOP EM TERRAS DE SANTA MARIA.Agradecemos à organização do Mercado à Moda Antiga, as certificações da nossa participação oficial no evento, BEM HAJAM.


Um agradecimento a todos os autocaravanistas presentes, numa moldura bastante representativa do autocaravanismo nacional. Quem veio desfrutou de um grande evento, provavelmente o melhor a nível nacional para o autocaravanismo. 

Também temos a Feira do Vinho Verde em Castelo de Paiva, agora a seguir em 29, 30 de Junho e 01 de Julho, e o Festival da Castanha em Arouca no terceiro fim de semana de Outubro, não somenos importantes. A quem não veio, que viesse! Para o ano há mais.


Referenciar também outros participantes, como a Vidicar -
Comercio de Autocaravanas, SO Seguros, e Vidal Transportes. a todos um grande abraço da organização do GAP, e até para o ano.


Com a contribuição exemplar do Domingos Oliveira em prol da Organização do GAP
Grupo AuToCaRaVaNiStA Português. Sem ele este evento não teria sido possivel.


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4º ENCONTRO NACIONAL DE AUTOCARAVANAS - OLª AZEMÉIS

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Este evento, Mercado à Moda Antiga em 2018, será a XXII Edição, e integra o 4 Encontro Nacional de Autocaravanas de Ol. de Azeméis, e realiza-se de 19 a 20 de Maio de 2018, podendo a pernoita fazer-se já na sexta 18 de Maio, com parque reservado aberto a partir das 14H00. EVENTO GRATUÍTO E SEM INSCRIÇÃO.

Entrada no recinto por ordem de chegada.
Consulte o regulamento de participação no nosso Portal aqui em EVENTOS: 

A CPF Portugal secção gastronómica do GAP, estará bem representada na Feira, bem no coração do centro histórico. VISITE-NOS




Haverá no local da mesa da Organização na manhã de sábado pelas 11H30/11H45, uma actuação musical, e uma pequena alocução das entidades responsáveis, aos autocaravanistas. 11H30 p.f. esteja presente, como forma de agradecimento por quem dispensa atenção e consideração pelo autocaravanismo. 
Para ver o arquivo sobre este evento click aqui: GAP/Ol. Az.

PARQUE DE ESTACIONAMENTO Coordenadas GPS:
N 40º 49' 56" - W 08º 28' 57"

ÁREA DE SERVIÇO PARA AUTOCARAVANAS Coordenadas GPS:
N 40º 50' 38" - W 08º 28' 00"


NOTA IMPORTANTE:
Para este evento, ou qualquer outro que o GAP - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português organize, os autocaravanistas estão cientes que são os únicos responsáveis pela sua segurança pessoal, e dos seus bens. Os eventos são livres e gratuitos pelo que a organização não se responsabiliza por nenhum acidente, ou incidente no decurso deste evento. 

CADA UM É RESPONSÁVEL POR SI E PELOS SEUS BENS. SEJA RESPONSÁVEL.
BOA ESTADIA


PROGRAMA INTERNO

EVENTO A CARGO DE: Domingos de Oliveira
Grupo AuToCaRaVaNitA Português
GRANDES EVENTOS GRANDES MOMENTOS.

www.autocaravanista.pt

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ALDEIA DO XISTO DE CHIQUEIRO - LOUSÃ - COIMBRA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

A aldeia do xisto de Chiqueiro é uma de muitas existentes nos socalcos da serra da Lousã, e que podem ser consultadas aqui no Portal AuToCaRaVaNiStA. O Chiqueiro está em restauro, mas agora a um ritmo bastante lento porque o acesso à montanha é difícil, e fica um pouco fora da povoação central que é a própria Lousã. 
Houve no inicio muitas pessoas iludidas com aquele ambiente de natureza e calmaria, e compraram casas para restauro, mas com o tempo as pessoas deixam de aparecer, e a aldeia fica deserta. talvez no verão haja mais disponibilidade para as pessoas que têm lá a casa, a habitem, e façam viver esta bonita aldeia do xisto no alto da serra da Lousá.


Visitando a aldeia, começaria por dizer que não tem parque de estacionamento, apesar de haver muito terreno para isso, mas em contrapartida as estradas, embora estreitas, são boas para o aceso às aldeias no geral, isto porque não há muitos anos visitei por exemplo a aldeia do Xisto do Talasnal em caminhos apenas para os todo o terreno. Há indicio logo à entrada da aldeia, de existir pelo menos um casal habitante, a viver em permanência nesta aldeia do chiqueiro, notando-se o abandono pelo menos temporário de todas as outras.


São ainda muitas as casas para restaurar. Existe saneamento, água canalizada, e luz. 

Destaca-se ainda uma pequena capela na aldeia a única construção em reboco branco.

Um fontanário e um tanque são os primeiros artefatos na receção ao visitante, antes de se embrenhar no interior da aldeia.


             HISTÓRIA:

Apenas um casal de habitantes e o seu numeroso rebanho parecem contrariar a sensação de que aqui o tempo parou há muito.
A aldeia é delimitada por duas pequenas linhas de água e dissimulada pela frondosa vegetação que a envolve. Possui malha urbana simples, basicamente organizada por duas ruelas íngremes ladeadas pelo casario. O material de construção predominante é um xisto escuro, de aparelho tosco e, à exceção da capela, nenhum outro edifício é rebocado. A envolvente florestal e a fauna que a povoa tornam-na num ponto de partida de eleição para caminhadas de descoberta.


HISTÓRIA GERAL DAS ALDEIAS DO XISTO DA SERRA DA LOUSÃ:


A fixação da população nas aldeias da Serra da Lousã terá ocorrido a partir da segunda metade do séc. XVII, ou pelo início do séc. XVIII, altura em que a cultura de regadio trouxe novos produtos, como o milho grosso, a batata e o feijão. Até então, a ocupação seria apenas sazonal, na primavera e verão, nomeadamente com atividades pastoris.





Os documentos mais antigos que indiciam a sua ocupação são uma multa infligida pela Câmara da Lousã, em 1679, e o registo de propriedades foreiras ordenado por D. Pedro II, de 1687. No início do séc. XIX, apenas o Candal e a Cerdeira escaparam ao saque do exército napoleónico.






Já em 1885, a população das sete aldeias (as cinco Aldeias do Xisto, mais o Catarredor e o Vaqueirinho) corresponderia a 8,7% do total da freguesia da Lousã (5.340 habitantes). Provavelmente, o Chiqueiro, chegou a ser uma das mais importantes aldeias serranas. Teve pároco residente e na sua capela ocorreram sepultamentos.


A sua maior população residente ocorreu em 1940, com 45 habitantes. Desde 1991 que mantém dois habitantes.

COMO CHEGAR:

De Norte e de Sul

Na A1 sair para Coimbra. Tome a N17 (Estrada da Beira) e 14 km após a ponte sobre o Rio Mondego saia para a N236 no sentido da Lousã. Após 9 km chega à Lousã. Aí deverá tomar o caminho florestal de terra batida, a partir de Cacilhas em direcção às Aldeias do Xisto. Siga depois as indicações para a aldeia.

Fonte: https://aldeiasdoxisto.pt/aldeia/Chiqueiro

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SANTUÁRIO E PARQUE DE SANTA EUFÊMIA - TROFA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

O parque e Santuário de Santa Eufêmia, está situado em Alvarelhos - Trofa - distrito do Porto - Portugal.

Para além de proporcionar aos visitantes um parque de lazer para merendas, também tem a componente religiosa com as suas festas, a qual deixamos aqui a introdução e a sua história...




                HISTÓRIA:
Não é possível precisar a data em que a romaria de Santa Eufémia começou mas, ano após ano, milhares de pessoas rumam ao santuário, em Alvarelhos, para cumprir as promessas feitas à santa. Este é o único santuário do concelho e pode ser visitado todos os dias. A Comissão de Culto do Santuário de Santa Eufémia abre as portas do espaço entre as 9 e as 12 horas e das 14 até às 18 horas. No Inverno, fecham-no às 17 horas.



No entanto, é no mês de Setembro que o Monte de Santa Eufémia ganha mais vida e recebe a visita de muitos peregrinos, que chegam de todo o país. As comemorações duram cerca de um mês, mas o dia mais importante é o terceiro domingo de Setembro, com a celebração de três missas, às 7, 9 e 11 horas, sendo que a última é uma missa campal. No domingo, é, ainda, possível assistir à encenação das rusgas de outrora. Em tempos idos, os peregrinos chegavam em grupos, e percorriam a pé vários quilómetros. Famílias inteiras rumavam a Alvarelhos com o farnel para participarem nas celebrações e passarem um dia diferente.

Bernardo Magalhães é o tesoureiro da Comissão de Culto de Santa Eufémia e reconhece que "esta é uma das romarias maiores do concelho". Entre figuras de cera e imagens da santa, Bernardo Magalhães é peremptório no momento de explicar a presença de milhares de pessoas nas festas: "A fé é o que os traz ao santuário, pois Santa Eufémia é advogada de muitas coisas e as pessoas vêm cá cumprir as promessas". A verdade é que a santa tem uma elevada importância junto dos fiéis: Santa Eufémia é invocada em muitos momentos de dor, sobretudo os que são relacionados com doenças do coração, pulmões, estômago, fígado e rins e as mulheres pedem a ajuda da santa para partos perigosos e doenças femininas.

Organizar a festa requer "muita responsabilidade". Bernardo Magalhães já faz parte da Comissão há quatro anos e contou ao NT que o grupo começa a trabalhar em Abril para garantir que tudo esteja pronto a tempo para as festas, que se iniciam no princípio de Setembro.

Entre a venda de artigos religiosos e de cera, o aluguer do espaço para os comerciantes e as ofertas "o santuário mantém-se a si mesmo", o que inclui a organização das festas.

Com o temporal do início deste ano, muitas árvores que existiam no monte caíram e danificaram parte do escadório que dá acesso à capela. A Comissão de Culto requalificou a escadaria e recuperou o espaço, que ficou mais aprazível. Apesar de já existirem vários parques de merendas, Bernardo Magalhães adiantou que pretendem criar mais alguns locais que permitam às pessoas passar "um dia agradável" no Monte de Santa Eufémia.

Fonte: http://www.onoticiasdatrofa.pt

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